Posts Tagged ‘Dinamarca’

Den Lille Havfrue (A Pequena Sereia) é um símbolo de Copenhagen, se localiza próximo ao mar, sobre algumas  pedras, em Langelinje. A estátua foi presente de Carl Jacobsen,  filho do fundador da famosa cervejaria Caslberg, para a cidade em 1913. Foi esculpida pelo, até então pouco conhecido, Edvard Erichsen. A idéia da escultura fazia parte da tendência na época de usar figuras clássicas e históricas para decorar os parques e áreas públicas em Copenhague.

A história da estátua é interessante. Em 1909, Carl Jacobsen assistiu ao solo da bailarina Ellen Price na peça A Pequena Sereia no Teatro Real. Ele ficou tão fascinado que a convidou para posar para a estátua. Ela concordou inicialmente, porém desistiu da idéia devido ao fato de ter que posar nua para uma escultura que se tornaria tão pública. Assim, a mulher do escultor Edvard Erichsen foi quem posou para o corpo.

A história:

A Pequena Sereia, escrita por Hans Christian Andersen, conta a história de uma jovem sereia que se apaixonou por um príncipe. Desde então, ela sempre vinha até a superfície da água para porcurar por ele. A história não tem um final feliz, a sereia procura uma feiticeira que pede sua voz em troca das novas pernas que daria. Além de perder a voz, a sereia também sentiria muita dor quando caminhasse, como se estivesse pisando sobre lâminas.

Apesar de todo o seu sacrifício, o príncipe a desprezou, negando o seu amor por ele. Um conto nem um pouco de fadas…

A escultura retrata então a sereia olhando para o mar, lembrando de sua juventude no mar, sem poder retornar.

O escultor usou de “licença poética” na criação. A Pequena Sereia possui pernas e cauda parciais, embora o conto de Hans Christian Andersen separa bem as partes onde ela possui cauda de peixe e quando possui pernas.

Porém essa mistura, na minha opinião, demonstra claramente as duas fases da vida da sereia, misturadas em um único corpo, bem como sua divisão interior entre a saudade do mar e o amor e sacrifício pelo príncipe insensível.

Seu olhar triste em direção ao mar completa a impressão sobre o sentido dado à escultura.

Uma curiosidae: sua cabeça já foi misteriosamente decapitada em 1998. Depois de algum tempo, a cabeça retornou ao lugar de origem…

O aniversário da estátua é comemorado todo ano em Agosto.

Região próxima à Pequena Sereia

Langelinje , onde se encontra a escultura, significa longa linha. É uma área abrangendo um píer e um parque. O local é um destino bme popular para grupos de turistas. A maioria dos navios de cruzeiros atraca nesse pier, o que o torna o porto mais visitado da Europa.

Foi construído originalmente em 1433 como um local de defesa para a cidade, sendo mais tarde expandido. Além das embarcações, nessa região se vê inúmeros cataventos para obtenção de energia eólica.

Saindo da região onde está a Pequena Sereia e voltando em direção ao centro, encontra-se no caminho a Gefionspringvandet. Essa fonte é o maior monumento em Copenhague. Foi criada por Anders Bundgaard e inaugurada em 1908 na ocasião da celebração do 50° aniversário da cervejaria Carlsberg.

Segundo a lenda, a deusa Gefion, representada na fonte, foi quem criou a ilha Zelândia, hoje está situada Copenhague. Da fonte dá para avistar o Palácio Amalienborg.

Ainda na região, temos o Kastellet, uma das fortificações mais preservadas no norte da Europa. Foi construída na forma de um pentagrama e era o principal forte da cidade no século 18.

Durante a Segunda Guerra Mundial, os alemães utilizaram o local como centro estratégico na sua ocupação da Dinamarca. Tem uma bonita área verde e várias construções incluindo uma igreja e um moinho de vento. Algumas atividade militares ocorrem no local, porém Kastellet é principalmente um parque público e sítio histórico.

Continuando a visita a Copenhague, próximo ao centro e à Marmorkirken, encontra-se o Rosenborg Slot. O nome Rosenborg significa Palácio das Rosas, um romântico nome dado em homenagem à esposa do rei, Kirsten Munk, cujo brasão de família possuía três rosas em seu brasão.

O Rosenborg Slot foi originalmente construído como residência de verão em 1606 e é um bom exemplo das construções realizadas pelo rei Christian IV. O castelo constitui também um exemplo típico do estilo renascentista holandês (dá para perceber a semelhança com algumas construções holandesas). Após sucessivas expansões, em 1624 o castelo finalmente tomou a forma de como se encontra hoje .

O interior do castelo é ricamente decorado, com tapeçarias, móveis, pratarias e obras de arte. Dentro há um museu com exposição da história dinamarquesa durante 300 anos, correspondendo ao período entre Frederik II, no século 16, até Frederik VII, no século 19. No porão estão os tesouros reais incluindo as jóias da coroa. É aberto para visitação diariamente (com algumas exceções às segundas feiras) entre 10 e 16 horas.

O castelo é de fácil acesso pois fica próximo ao centro no Kongens Have, o jardim do Rei. Esse parque constitui o mais antigo jardim real no país. Originalmente era uma jardim renascentista feito para o rei Christian IV, no começo do século 17.

Hoje em dia, o Kongens Have é um parque popular, bem no centro de Copenhague sendo visitado por 2,5 milhões de pessoas por ano. Durante o verão, o parque se torna palco para várias apresetações de música e teatro, incluindo peças infantis.

Sem dúvida alguma o Kongens Have é um parque muito agradável. Lá se vê várias pessoas andando de bicicleta (obviamente), fazendo pic nic, passeando apenas ou simplesmente deitadas na grama lendo um livro ou conversando. Resumidamente, um ótimo lugar para descançar no final da tarde.

E se não bastasse isso, ele faz divisa com outro parque, o Botanisk Have, jardim botânico, com algumas plantas bem diferentes das que estamos acostumados a ver. O jardim é como um museu vivo. Seu principal propósito é manter uma coleção de pantas diversa para ser usada em pesquisa e ensino. O museu presente no jardim possui uma das maiores coleções de plantas e fungos do mundo.

Enquanto caminhava pelo Botanisk Have, tive uma grata surpresa quando parei para dar pão para um cisne. Enquanto jogava os pedacinhos de pão para o  cisne, vi aparecer por entre suas asas a cabecinha de seu filhote. Se tratava de uma mamãe cisne que carregava não um, mas 3 filhotinhos que, sem pestanejarem, pegavam carona folgadamente nas costas da mamãe.

Depois de assistir ao pinguim roubando as pedrinhas no aquário em Bergen, essa foi a melhor visão do reino animal que tive na Escandinávia. Que gracinha.

Os pedacinhos de pão atraíram a atenção de alguns patos que vieram voando fazendo muito barulho, como todo bom pato. Porém, a cuidadosa mamãe engrossou o pescoço, grunhiu enfaticamente e espantou todos os patos curiosos que apareceram no local. E assim seus filhotes folgados  puderam sair de suas costas e nadar alegremente em direção aos paezinhos. Sem dúvida, uma fofura!

Enquanto alimentava, fotografava e filmava os cisnes, um cachorro se aproximou tentando inultimente afugenta-los. Os donos dele se aproximaram e começamos a conversar.

Os rapazes me disseram que o nome do simpático cachorrinho era Jacob.Embora os donos fossem dinarmaqueses, Jacob era belga e segundo os rapazes ele falava francês, dinamarquês e ingles, mas nao português. Sem dúvida um cachorro bem poliglota!

Jacob também gostava de passear na neve, nadar no oceano e comer chocolate belga. Bom não há dúvida que aquele cachorro leva uma vida que muitas pessoas, desejariam, afinal quem não gosta de nadar no oceano e comer algumas deliciosas trufas belgas?

Os donos me ensinaram alguns comandos e eu pude me divertir com a compania agradável do Jacob que festejava o início do verão dinarmaquês realizando muitos truques no parque.

Convidei o irriquieto Jacob para conhecer o Brasil, mas seus donos me disseram que ele não gosta muito do calor. Bom, apesar de ser belga, já era um típico dinarmaquês acostumado com o clima frio.

Nyhavn significa Porto Novo. É o local mais vibrante de Copenhague atualmente e uma atração com significância histórica. Essa região, hoje tão charmosa e favorita dos turistas que visitam Copenhagen, foi no passado um lugar mal afamado, repleto de tavernas baratas, frequentado por prostitutas e por marinheiros de todos os cantos do mundo. Suas casinhas pitorescas, de telhados de duas águas, serviam de entrepostos comerciais e de residência de patrões e empregados. O novo porto se tornou Nyhavn e as casas antigas foram restauradas para virarem hoje vários restaurantes e bares.

O porto foi construído por prisioneiros suecos no século 17, como uma das primeiras expansões das fronteiras de Copenhague. Desde então o canal artificial proporcionou o cenário para uma vida pulsante da cidade. No cais do Nyhavn muitas vezes pode-se ver performances animadas música popular ou jazz, inclusive dentro dos barcos que saem para fazer os tours pelos canais da cidade.

É um local muito charmoso e imperdível, sendo um dos cartões postais de Copenhague. É um lugar perfeito para uma cerveja, um lanche ou mesmo uma boa caminhada, os inúmeros restaurantes e cafés dividem o espaço com as casas datadas do século 18. Porém, é bom lembrar que os restaurantes nessa região são bem mais caros. As pessoas da cidade também freqüentam bastante o porto, alguns grupos trazem a própria cerveja e bebem na beira do canal mesmo, assistindo os turistas deixarem várias coroas nos bares e restaurantes.

Depois de visitar o Nynhav, fui para a Amaliehaven, uma delícia de praça, com 4 pilares em estilo  moderno dando um charme todo especial ao local. No centro há uma bela fonte e ao fundo avista-se a Operaen, a Opera House, inaugurada em 2005. A construção moderna desenhada pelo arquiteto Henning Larsen combina concreto e vidro. É uma das Óperas mais caras já construídas, seu custo ficou acima de 500 milhões de dólares. Está localizada na ilha Holmen na parte central e de lá tem-se uma bela vista do Palácio Real e da Marmorkirken.

Bom, de um lado ou de outro da praça Amaliehaven tem-se uma boa vista e ótimas fotos.

Do lado oposto ao Operaen está o Amalienborg, a residência de inverno da família real. O complexo consiste em 4 palácios panejados ao redor de um pátio octogonal, em cujo centro encontra-se a  estátua equestre de Frederik V, fundador do Palácio de Amalienborg e do distrito Frederiksstaden.

O complexo foi construído  por ocasião do 300 º aniversário da coroação de Christian I, o primeiro Rei da Casa de Oldenborg. O local para as quatro palácios foi dado a quatro nobres proeminentes, que se comprometeram a construir palácios idênticos, desenhado pelo arquitecto da Corte, Nicolai Eigtved. Amalienborg tornou-se a residência real após o incêndio do Palácio de Christiansborg, ocorrido em 1794.

A troca da guarda ocorre diariamente. Os guardas saem do Rosemborg, chegando à praça do Amalienborg ao meio-dia. O bairro que se desenvolveu em suas imediações é hoje a região mais elegante da cidade.

Passando o Amalienborg, após a rua Bredgade, encontra-se a deslumbrante Marmorkirken, a igreja em estilo barroco de Frederick, ou igreja de mármore, como é popularmente conhecida. A igreja possui o maior domo da Escandinávia (embora no restante da Europa existam outras 3 igrejas maiores). O domo se apóia sobre 12 colunas.

Sua construção se deu em 1749, sendo a primeira pedra colocada pelo próprio rei Frederick V. Porém a igreja só ficou pronta em 1894. Durante 150 anos a igreja permaneceu em ruínas, como consequência, o plano original de construi-la inteiramente em mármore teve que ser modificado.

De qualquer forma, a Marmorkirken é uma construção imponente que chama a atenção até mesmo do turista mais distraído. Seu interior também é digno de cuidadosa atenção. Com certeza, é um lugar que não pode deixar de ser visitado em Copenhague.

Começando o tour pelo Vistors Centre, que fica na região central, bem próximo ao Tivoli. No Visitor Centre encontra-se guias, mapas e outras informações sobre a cidade.

Continuando a caminhada, chega-se ao Tivoli, um parque tradicional, porém sem maiores pretensões. O Tivoli é o parque mais antigo do mundo, foi inaugurado em 1843, sendo um ícone da cidade e um dos mais famosos parques de diversões do mundo. Aproximadamente 4 milhões de pessoas vão a cada ano ao parque.

O Tivoli ocupa um imenso parque com laguinhos e arvoredo, restaurantes, passarelas, bares, quiosques de alimentação, além de palcos ao ar livre para representação de pantomimas ou concertos. Nos finais de semana tem fogos de artifício.

A entrada varia de 75 a 95 DKK dependendo da época do ano. A entrada dá acesso ao parque, mas não aos brinquedos. O ticket para cada brinquedo é 25 DKK, se for comprar um passe para ir em vários, os preços vão variar de 145 a 1200 DKK, de acordo com o passe escolhido.

Em se tratando da Dinamarca, onde tudo é caro, é bom pensar se realmente compensa dispender tanto em um parque de diversões apenas pelo nome que ele tem. O Tivoli abre diariamente das 11 as 23 horas entre abril e dezembro.

Do outro lado do Tivoli está a NY Carlsberg Glyptotek. Este museu possui mais de 10,000 obras de arte, divididas em duas coleções principais, abrangendo desde o início da cultura ocidental do Mediterrâneo, incluindo obras gregas e romanas, a outras formas de arte dinamarquesa e francesa dos séculos 19 e 20. Algumas das pinturas expostas são de Monet, Sisley, Pissarro, Gauguin, dentre outros.

Este museu é citado no livro 1000 lugares para ver antes de morrer de Patricia Schultz. Assim como o Tivoli Garden.

O museu abre diarimente das 11:00 as 17:00. O ingresso custa 60 DKK e aos domingos a entrada é gratuita.

Passando pelo Tivoli e atravessando a H.C. Andersens Boulevard, chega-se à Rådhus, a prefeitura de Copenhague. O prédio e a torre da Rådhus foram inspirados na torre principal da Piazza del Campo, em Siena. O arquiteto, Martin Nyrop, desejava criar um prédio que daria “alegria para a vida cotidiana e prazer espontâneo a todos.”

Na frente da prefeitura tem a estátua do fundador de Copenhague, o bispo Absalon.

Lá se encontra o primeiro relógio mundial, construído em 1955. O relógio de Jens Olsen é aberto para visitação de segunda a sexta das 10 as 16 horas e sábado até as 13 horas e tem um tour guiado até a torre.

A prefeitura fica na Rådhus pladtsen, uma praça bem simpática. Lá eu pude assistir a apresentação de uma banda formada apenas por crianças. Bem bonitinho. Na Rådhus pladtsen, próximo à prefeitura estão as estátuas de Hans Christian Andersen e de Niels Bohr, o ganhador do prêmio Nobel de física.

Também na praça está um dos mais famosos marcos de Copenhague, o Lurblæserne, contruído totalmente de bronze em 1914, encimado por dois vikings soprando uma trombeta antiga chamada lur.

Bom, aqui existe um pouco da conhecida licença artística, a lur data da Idade do Bronze (1500 AC), enquanto os vikings viveram cerca de 1000 anos atrás. Bom, de qualquer modo, a estátua é bem bonita, atraindo muitos cliques fotográficos. A altura da coluna é de 20 metros.

Dessa praça saem os ônibus turísticos. Existem diferentes tipos de tour com duração e custos variados. É uma boa opção para quem estiver já cansado de tanto andar, porém é sempre bom lembrar que Copenhague é uma cidade fácil para se conhecer a pé.

Quem estiver interessado em saber mais sobre os ônibus turísticos pode acessar o site: www.sightseeing.dk.

Foi na Rådhus pladtsen que anunciaram o Rio de Janeiro como cidade vencedora para sediar as Olimpíadas de 2016. O Rio concorria com Madri (segunda colocada), Chicago (primeira eliminada) e Tokio (segunda eliminada). Toda a praça foi coberta de verde e amarelo para celebrar a vitória brasileira. Parabéns Rio! E parabéns para todos nós brasileiros.

Saindo da Rådhus pladtsen, na direção oposta ao Tivoli, tem várias ruas com lojas variadas e muitos souvenirs. A principal é a Kompagnistraede, uma rua formada por um calçadão e muitos souvenirs para encher a estante de qualquer um que ainda não tenha perdido a paciência com esse tipo de lembranças.

O calçadão termina na Strøget, uma das mais longas ruas de compras da Europa. Essa rua, reservada inteiramente aos pedestres, corta boa parte do centro histórico de Copenhagen. Ela tem diferentes nomes em cada trecho, mas acabou sendo conhecida mesmo pelo nome de Strøget. Movimentada a maior parte do dia, é lotada de restaurantes, bares e lojas. É onde as pessoas sentam-se diante de enormes canecos de cerveja para conversar ou assistir ao espetáculo dos músicos de rua.

A Strøget por sua vez, termina na Niels Juels Gade, na junção entre as duas está o Det Kongelige Teater (Teatro Real Dinamarquês), construído em 1874 e conhecido como Old Stage. Foi fundado como teatro do rei e depois como teatro da nação. Apresenta peças de ópera, o Ballet Royal Dinamarquês, música clássica pela Orquestra Real Dinamarquesa (fundada em 1448) e drama.

Existe tours guiados com duração de uma hora e meia as 9:30 ou 10:00 e as 16:30 ou 17:00. O ingresso custa a bagatela de 1875 DKK, aproximadamente 252,00 euros. Uma pechincha… O valor é mais alto do que os das peças exibidas. Vai entender…

Bem ao lado do teatro está o Stærekassen, que faz parte do Teatro Real. Este anexo do teatro principal foi lindamente construído em estilo Art Déco, um charme. É usado para produções de drama.

Mais ou menos perto doDet Kongelige Teater, indo em direção ao National Banken, próximo à ponte Bremerholm, se encontra o Børsen, o inconfundível prédio em estilo renascentista holandês da Bolsa de Valores de Copenhague.

O Børsen constitui mais uma das construções realizadas por Christian IV em 1619-1640,  e é bolsa de valores mais antigas na Dinamarca.

É facilmente reconhecido pela sua torre em espiral formada com quatro caudas de dragões entrelaçadas, atingindo uma altura de 56 metros.

Voltando à rua Strøget, virando na rua Købmagergade, chega-se na Rundetarn, uma torre construída por Christian IV entre 1637 e 1642. O projeto fazia parte de um complexo combinando igreja, biblioteca e observatório em um único prédio. Existe uma lenda dizendo que Peter o grande da Rússia subiu com cavalos e carruagem nos 300 metros de escadas dessa torre.

Sem dúvida é uma boa subida. A torre é aberta diarimante de maio a setembro das 10:00 às 20:00 e nos outros meses das 10:00 às 17:00. O ingresso custa 25 DKK.

Para fechar o círculo central, voltamos para a Rådhus pladtsen, e no caminho encontramos a  Vor Frue Kirken, a catedral de Copenhague, cujo nome significa Igreja de Nossa Senhora.

O local já foi sede de outra igreja desde 1209, porém  a igreja original foi destruída em um bombardeio em 1807. A nova catedral existente hoje foi construída em estilo neoclássico sendo inaugurada em 1829.

O interior da catedral forma um ambiente de paz e tranquilidade com belas esculturas.

Cheguei em Copenhague em junho de 2008, vindo de Estocolmo.

A capital da Dinamarca é uma cidade antiga com belas construções históricas e atrações. É fácil de se locomover e dá para conhecer as atrações apenas caminhando. No próprio mapa da cidade, encontrado facilmente nos hoteis ou centro de informação ao turista, tem uma sugestão de roteiro para ser feito a pé,  passando pelos principais pontos turísticos.

Situada na ilha da Zelândia e ligada ao continente por uma ponte, Copenhagen é uma cidade de médio porte. Seu nome significa “porto dos mercadores“. Foi fundada em 1167  pelo bispo Absalon que construiu um forte na pequena vila existente.

A cidade conserva um centro histórico bem charmoso e lugares animados, como o  Nyhavn (Porto Novo,) lotado de barzinhos e restaurantes, e de onde partem os barcos que percorrem os diversos canais que cortam o bairro.

Copenhague, como era de se esperar, é a maior cidade da Dinamarca com uma população de mais de 1.875.000 habitantes. É uma das cidades mais densamente povoadas da Escandinávia e também a mais visitada dos países nórdicos, com mais de um milhão de turista a visitando anualmente. Compete em beleza com Estocolmo, segundo o guia Lonely Planet é a cidade mais encantadora da Escandinávia, mas eu particularmente discordo. Para mim Estocolmo é a mais bonita e charmosa das capitais, não é a toa que é conhecida como a capital da Escandinávia.

O que mais se vê em Copenhague são bicicletas, mais do que até em Amsterdam. Elas estão por todos os lados em todos os estilos diferentes. Até taxi-bicicleta tem (eu andei em um por sinal, é bem divertido).

Elas estão nas ruas, nas calçadas, nos parques. Tem horas que até chateia tanta bicicleta vindo em todas as direções. Realmente tem horas que é necessário desviar das bicicletas.

Algumas são tão diferentes que dá muita vontade de pedalar, principalmente nos parques. Como a cidade é toda plana, a população prefere mesmo a bicicleta para se locomover, o que além de ser bem ecológico, é divertido e ótimo para manter a forma. No fundo, no fundo, que inveja….rs.

A bicicleta em Copenhague se tornou um símbolo. Perto da prefeitura, no alto de um prédio na H.C. Andersens Boulevard, tem um relógio do clima. Se está chuvoso, sai a estátua com um guarda-chuva, se o clima está ensolarado, sai a estátua com a bicicleta.

Em Copenhague, fiquei hospedada no Danhostel Copenhagen City, próximo ao parque Tivoli. É uma boa localização e também um lugar agradável e com boa segurança.

Para saber mais sobre Copenhague:

www.visitcopenhagen.com