Archive for the ‘Suécia’ Category

VasaMuseet é o museu mais visitado de Estocolmo, e com razão. Foi construído em 1990 para abrigar o navio de guerra Vasa, construído por volta de 1620. O navio afundou no porto de Estocolmo e foi recuperado em 1956, 333 anos após afundar.

A embarcação possui parte do costado e da popa lindamente entalhados mostrando o esplendor e poderio da realeza sueca, porém o Vasa afundou logo em sua viagem inaugural, o que deve ter deixado o rei Gustav nada contente.

É a única embarcação do mundo remanescente do século 17 e ainda intacta. O navio não pode ser visitado por dentro, como o Fran na Noruega, por exemplo, mas vê-lo, mesmo que somente por fora, é fascinante.

O museu é muito bem planejado e rico em informações. Por isso, o Vasa é uma das principais atrações turísticas de Estocolmo.

O Vasa Museet foi um dos museus que já visitei que mais gostei e entrou na lista dos museus em que eu já fui “expulsa”. Explico: eu sou totalmente Lisa Simpson quando o assunto é museu.

Adoro visitar museus, principalmente os que expõem antiguidades, pinturas e esculturas também antigas. Assim, aproveito ao máximo o tempo em que dá para ficar dentro do museu.

Fiquei tão fascinada pelo navio (imagina, tirei 60 fotos só da embarcação…) que fui explorar todos os cantos do museu, resultado, o prédio acabou fechando comigo lá dentro.

Só percebi que não tinha mais ninguém quando as luzes começaram a se apagar e os avisos para sair começaram a ser apenas em espanhol.

Na verdade eles deram o aviso que iam fechar em sueco, inglês, francês e depois apenas em espanhol. Essa foi a parte engraçada.

Sozinha e com o museu ficando na penumbra resolvi procurar a saída mas não a encontrava mais, até que vi um sueco que achei ser o segurança, mas que nada, ele também estava perdido.

Quando finalmente encontramos a saída, pude ver as caras poucos contentes dos funcionários me esperando para fechar totalmente o museu.

Enfim, entrou para a lista dos museus e sítios arqueológicos que fecharam comigo dentro.

Vasamuseet é um museu que compensa muito conhecer mesmo para aqueles que não são muito fans de passar algumas horas dentro de um museu. Simplesmente pelo fato de ter a opotunidade única de ver de perto uma embarcação como essa. Imagino que crianças e adolescentes também se divirtam nesse museu, uma vez que ele nos envolve naquela atmosfera do tempo dos piratas.

O Vasamuseet fica em Djurgården, um parque muito simpático, e perto de outros museus como o Junibacken, o museu de bonecas e histórias infantis de Astrid Lindgren, o Nordiskamuseet, museu nórdico que mostra como os suecos moraram nos últimos 500 anos, e outros mais.

A caminho de Gamla Stan

O primeiro lugar que visitei foi a Klara Kyrka, fundada no século 13 em homenagem à Santa Clara. Essa igreja fica na rua Klara Östra Kyrkogata. Quando a visitei tinha um coral cantando, o que resultava em um clima muito agradável dentro da Igreja. Sentei em um dos bancos e fiquei ouvindo o coral, foi um momento bom para relaxar e agradecer pela viagem.

Na sequência para chegar em Gamla Stan, passei por outra igreja, a  Sankt Jacobs kyrka, dedicada ao Apóstolo São Tiago Maior, padroeiro dos viajantes. A igreja oferece missas em sueco e inglês. Foi fundada em 1643 e se localiza bem no centro de Estocolmo, perto do parque popular Kungsträdgården, da Kunglia Operan e da praça Gustaf Adolf torg. A construção da igreja levou muito tempo para ser concluída e, como consequência, inclui uma ampla gama de estilos arquitetônicos, como gótico, renascentista e barroco.

O parque Kungsträdgården é muito frequentado pelos habitantes de Estocolmo, fica lotado no verão e no inverno, tem um rinque de patinação disputado. É o jardim mais antigo da cidade.  Foi transformado em parque público em 1562, sendo que era o quintal da realeza durante a Idade Média.

Continuando a caminhada em direção a Gamla Stan, chega-se à praça Gustav Adolfs Torg, onde fica a Kunglia Operan (Royal Opera). Lógico que não poderia deixar a ópera passar em branco e entrei para conhecer o prédio por dentro. A compania de ópera foi fundada pelo rei Gustav III com a primeira apresentação em 1773. O interior do prédio é belíssimo, ricamente trabalhando com um amplo salão e balcões confortáveis. Tudo bem que depois de entrar no Opera de Paris, todas as outras óperas parecem inferiores em beleza, mas apesar disso, a Kunglia Operan não deixa de encantar a quem a visita.

Como estava aberto, fui entrando, conhecendo tudo. Mas o melhor de ter entrado assim, tão na cara dura, foi que pude assistir sentada em um dos camarotes, o ensaio completo de uma peça de ópera. O nome da peça eu não sei, mas era deslumbrante. Mesmo sem saber o nome e mesmo sendo o ensaio geral, assitir a uma ópera dessas em Estocolomo de graça foi realmente um presente inesperado, porém magnífico.

A parte engraçada veio no final, na hora de irmos embora, não encontrei a saida, um senhor funcionário da ópera nos chamou, abriu uma porta e falou para gente passar, nós passamos e acabamos entrando no camarim, com todo o pessoal lá dentro! O senhor percebeu então que estavamos perdidas e não que éramos parte da equipe, perguntou  o que que eu queria  e eu respondi: a saida, rs.

Ainda na praça Gustav Adolfs Torg, em frente ao Operan, está o Dansmuseet, um museu de cultura mundial com exposições abrangendo dança, teatro, fotografia e arte, incluindo obras indianas, máscaras africanas e figurinos do balé russo.

Gamla Stan

Saindo da praça,  atravessando a ponte Norrbro, passa pelo Sveriges Riksdag, o parlamento sueco, e depois chega-se a Gamla Stan, a cidade antiga, origem de Estocolomo, fundada em 1252. Gamla Stan é uma dos maiores e melhores preservados centro medieval na Europa. A região abriga prédios antigos, ruas em calçamento, becos e vielas, lojas de souvenires, boutiques, restaurantes, hotéis, pubs, cafeterias, o castelo real e a Stora kyrkan (igreja maior). Andar em Gamla Stan é como estar em um museu ao ar livre. É um dos lugares que mais atrai os turistas, tanto pela beleza, quanto pelos pontos turísticos. Sua popularidade tem razão de ser. É muito agradável percorrer as ruas e vielas de Gamla Stan.

É nessa área que se encontra o Kungliga Slottet, o palácio real. A residência oficial do rei foi construída no século 18 em estilo barroco italiano. Originalmente foi construido como um forte no século 13. O Kungliga Slottet se tornou a residência real no reinado de Gustav Vasa que o aumentou ressultando em um dos maiores palácios na Europa, com mais de 600 aposentos.  No entanto, a família real prefere atualmente morar no palácio Drottningholm.

É aberto à visitação, exceto quando utilizado em banquetes oferecidos a chefes de estado estrangeiros ou em cerimônias oficiais. O maior destaque da visita são os Aposentos Reais. Infelizmente não era permitido fotografias, realmente uma pena, pois os aposentos no interior do palácio são deslumbrantes, mostrando bem a riqueza e luxo da realeza.

Quando estava visitando o palácio, vi vários casais chegarem em carros oficiais para um encontro nas dependências do mesmo. O mais engraçado era que os casais eram bem parecidos entre si, todos eram idosos e se vestiam com exatamente o mesmo estilo de roupa. Não foi possível saber sobre o que era o encontro, mas todos os envolvidos estavam bem felizes, sorrindo uns para os outros e se cumprimentando alegremente, dentro, é claro, do jeito sueco de ser.

Na área do palácio ainda dá para visitar a capela real, o Museu Tre Kronor, dedicado ao palácio original Tre Kronor, o qual foi destruído por um incêndio em 1697 e o Museu de Gustavo III, um dos mais antigos da Europa, aberto ao público em 1794. A maioria das esculturas foi adquirida por Gustav III durante sua viagem à Itália em 1783-1784 e estão dispostas exatamente do mesmo modo que estavam em 1790.

Nas celas escuras do palácio, está o Skattkammaren, com os mais importantes símbolos da monarquia sueca, os tesouros do estado. Anteriormente só podiam ser vistos nas ocasiões cerimoniais, mas desde 1970 a coroa, os cetros, as espadas e as chaves foram expostos ao público. Na parte debaixo do palácio também há o Livrustkammaren, com exposição das armaduras e armas feitas para Gustav Vasa e roupas usadas em cerimônias de casamento e coroação, além das carruagens usadas nas cerimônias reais. De novo não eram permitidas fotografias, que pena.

Dá para ver a troca da guarda que ocorre às quartas e sábados às 12.15 e aos domingos e feriados às 13h15. O cartão Stockholmskortet dá entrada gratuita nos lugares mencionados.

Depois de visitar o Palácio Real, fui de ônibus até Djurgården, para entrar em alguns dos museus existentes no local. O parque é super agradável e muito convidativo a uma parada para comer um lanche sossegada. Sentei em uma das mesas e aproveitei para assistir a um show de música folclórica enquanto comia.

Eu gostei da apresentação, mas confesso que a música não agradaria muito aos brasileiros em geral. O grupo consistia principalmente da mulher vocalista e de um rapaz tocando acordeom. A apresentação terminou logo e em seguida veio a melhor parte. Depois de assistir à ópera, pude assistir ao show de rock de uma banda local. Adorei!

Uma das minhas bandas preferidas é sueca: Hammerfall, sempre que dá vou nos shows deles em São Paulo (enquanto eu morava em Sampa era mais fácil). Bom, não era o Hammerfall mas a banda era muito boa, tocaram Kiss, Van Halen entre outras. Assisti ao show inteiro e no final conversei com o baixista e um dos vocalistas. Ele me passou o site da banda, mas infelizmente acabei perdendo o papel. O pior foi que perdi o papel bem quando comecei a escrever esse post. Que azar! O baixista me falou que não gosta muito do Hammerfall, ele prefere mesmo Iron Maiden.

Essa foto eu tirei do guitarrista quando ele desceu do palco e se aproximou da minha mesa. Muito bom mesmo, pena que perdi o nome e o site da banda.

Continuando o post anterior sobre Estocolmo, existem duas boas maneiras de ver a cidade além de caminhar ou pegar o ônibus. Pelos canais da cidade e de cima da torre Kaknastornet, o ponto mais alto de Estocolmo. O cartão Stockholmskortet dá entrada gratuita em ambos.

Existem vários tipos de tours pelos canais. Eu acho bem legal de se fazer, Estocolmo é construída sobre 14 ilhas, então o passeio de barco oferece uma bela vista da cidade a partir da água. Eu escolhi o Royal Canal Tour, com duração de 50 minutos. Para quem não tem o cartão, o valor do ingresso é 150 SEK.

O barco sai de Stromkajen (Grand Hôtel), perto da ponte  Strömbron que sai de Gamla Stan. Passa pelo canal de Djurgårdsbrunn, visitando pontos como Djurgården e o Royal National Park City, prédios históricos e pontos com natureza exuberante. Na volta, o tour passa pelo Vasamuseet e Waldemarsudde. Tem uma lanchonete a bordo, caso dê fome durante o tour.

Ainda bem próximo à Gamla Stan, logo que o barco sai, dá para avistar o Nationalmuseum, inaugurado em 1864 em estilo veneziano-renascentista. Este museu possui um importante acervo de várias pinturas das principais escolas européias, além de móveis, pratarias, cerâmicas, objetos de madeira, prata e bronze. A maior parte da coleção foi doada pelo rei Gustav III, que devia ser um grande apreciador de objetos de arte, visto que sua coleção particular pôde ser generosamente distribuída em dois museus, este e o Gustav IIIs antikmuseum , um dos mais antigos museus da Europa, aberto ao público em 1794. A maioria das esculturas foi adquirida por Gustav III durante sua viagem à Itália em 1783 e estão dispostas exatamente do mesmo modo que estavam em 1790.

Abaixo tem outras fotos tiradas do barco, uma delas é o Danvikshem, um prédio intrigante, construído entre 1902 and 1915. Hoje em dia é usado como casa de repouso para idosos. Fiquei sabendo de uma história engraçada sobre o Danvikshem, mas não sei se é verdade.  Algum tempo atras, um navio de guerra foi para Estocolmo em uma visita oficial. Quando avistaram esse prédio, o capitão pensou que fosse o palácio real e deu ordens para dispararem os canhões para saudar ao rei. Dá para imaginar como ficaram os vovôs e as vovós depois desse engano…

Outro lugar que dá para avistar do barco é o Skansen. Foi inaugurado em 1891, sendo o pioneiro dos museus ao ar livre com exposições referentes à vida rural e urbana da Suécia dos séculos 18 e 19. Nesta área podem ser vistas 150 construções e fazendas de diferentes partes do país que foram desmontadas de seus lugares de origem e refeitas na área do Skansen. Boa parte das construções tem decoração interna de época. Há também um mini-zoológico de animais selvagens da Escandinávia, como ursos e lobos. Este estilo de casa também pode ser visto nas áreas rurais norueguesas.

Na foto panorâmica dá pra ver o Djurgårdsbron e Strandvägen. Este último quer dizer “caminho da praia”, constituindo um boulevard na parte central de Estocolmo. Foi construído para a Feira Mundial de Estocolmo em 1897 e rapidamente se tornou um dos endereços de maior prestígio na cidade.

Kaknastornet

Depois de ver Estocolmo dos canais, é hora de vê-la do alto. Kaknastornet é a torre que fica no ponto mais alto da cidade. O elevador leva 30 segundos para atingir a altura de 155 metros do chão. De lá, tem-se uma vista espetacular da cidade. A vista alcança em torno de 6o km, incluindo os subúrbios e o aquipélago. A torre foi construída empregando engenharia avançada entre 1963 e 1967. Tem restaurante e um café bar agradáveis e alguns sofás ótimos para sentar e apreciar a paisagem.

Stadshuset

Há ainda um terceiro lugar de onde se tem uma bela vista de Gamla Stan e da ilha Riddarholmen, do pátio atrás da Stadshuset, a prefeitura de Estocolmo. A Stadshuset foi construída em estilo romântico entre 1911 e 1923 usando aproximadamente 8 milhões de tijolos.  A prefeitura, é o símbolo da cidade, sendo o local da entrega do prêmio Nobel (exceto o Nobel da paz que é em Oslo). Há visitas guiadas para conhecer o interior, com duração de 45 minutos. Dá para visitar a torre também, que fica aberta de maio a setembro.

A foto abaixo mostra a vista de Riddarholmen, dá para ver do lado esquerdo o Norstedts, o prédio editorial mais antigo de Estocolmo. A editora publica ficção, não-ficção, acadêmicos, livros de referência, infantis e dicionários. No lado direito está o Wrangelska palatset, que foi residência da família real entre 1697 a 1754. No fundo tem a torre da Igreja de Riddarholmen, conhecida por abrigar os requintados túmulos dos monarcas suecos há 700 anos. Parte dela data do século 13, mas a maior parte, construída com tijolinhos, é do século 16.

Conversei com um segurança no pátio central da Stasdshuset. Comentei com ele sobre o fato da rainha da Suécia ser brasileira. Ele me contou orgulhoso que já havia visto a rainha de perto e que ela era baixinha. Bom, qualquer um poderia ser baixinho perto dele, um típico sueco, então respondi para ele que a rainha não era baixinha e sim os suecos que são muito altos. Perguntei a ele como era a vida em Estocolmo e se ele gostava de lá. Sua resposta foi inusitada, ele disse que gostava sim de Estocolmo, mas como nunca tivesse morado em outro lugar, ele não poderia afirmar com tanta certeza. Bom, não deixa de ser verdade a comparação improvável.

Fui para Estocolmo em maio de 2008, vindo de Oslo. A viagem de trem de Oslo para Estocolmo já seria cansativa apenas pela duração de 7 horas, porém, acabou sendo bem mais cansativa do que o imaginado.

Primeiro porque o trem que saia de Oslo foi cancelado e a empresa decidiu fazer o trajeto então de ônibus até a fronteira para então pegar o trem, ou seja, a duração de 7 horas agora parecia ser bem mais agradável.

Mas até ai tudo bem, são coisas de viagem e dá para passar o tempo vendo a paisagem, comendo chocolate e revendo os locais que eu queria visitar.

Bom, chegando na fronteira, entrei no trem devido e pensei que o resto da viagem seguiria normalmente. Ledo engano. Atrás de mim sentou um inglês totalmente bêbado que ficava xingando todo mundo dentro do vagão. Quando não estava xingando ou incomodando as pessoas, ele ficava falando de Liverpool, vai entender…

Agora vem a parte cômica da história. Quando o inglês desceu, todos acharam bom, mas ai entrou um africano mais bêbado ainda e sentou no mesmo lugar do inglês, ou seja, atrás de mim. Acho que aquele banco devia ser o reservado aos bêbados, só pode.

O africano foi ficando cada vez mais agitado, dai ele começou a andar de um lado para o outro, super nervoso e xingando mais alto ainda que o inglês, por fim, ele até caiu em cima de mim. Dai não deu outra, os funcionários do trem vieram e tiraram o maluco do trem.

E foi assim que acabei chegando à noite em Estocolmo. Mas tudo bem, pela experiência que já tive em outras viagens, aprendi que trocar de cidade é sempre uma aventura.

Bom, Estocolmo é uma cidade lindíssima, uma das mais bonitas que já visitei. Foi fundada por volta do século 13 e é composta de 14 ilhas com água limpíssima, o que lhe rendeu o apelido de Veneza do Norte (embora, na minha opinião, seja muito difícil alguma cidade se comparar a Veneza).

É muito civilizada, com diversos parques, praças, avenidas largas e também edifícios antigos e medievais. Estocolmo é habitada por cerca de 20% da população da Suécia, totalizando 2 milhões de habitantes.

A cidade oferece várias atrações. Eu fiquei por 3 dias e me arrependi, devia ter ficado por mais tempo, porém estava difícil de encontrar acomodação, já que era alta temporada e estava tendo vários eventos na cidade.

Por todos os lados viam-se camionetes e ônibus carregando um amontoado de pessoas que gritavam e comemoravam muito. Em alguns lugares parecia até uma carreata. Perguntei para as pessoas na rua o que era aquilo, mas infelizmente ninguém soube me responder. Estranho… Mas enfim, toda vez que eles passavam e acenavam eu acenava também, afinal, vamos fazer parte da bagunça.

Um dos carros que passou por mim tinha uma pessoa com a bandeira do Brasil. Quando gritei da calçada apontado para a bandeira, as suecas lá de cima do carro fizeram mais festa ainda e agitaram a bandeira do Brasil para todos os lados. Certa elas, afinal a rainha da Suécia é brasileira.

Também estava tendo uma reunião com os governantes de várias nações, incluindo o “querido” Bush. Como consequência disso, várias ruas foram fechadas para que eles pudessem passar, que pena, perdi a oportunidade de atirar um sapato no Bush, rs.

Para andar em Estocolmo, uma boa idéia é comprar o Stockholmskortet, esse cartão dá direito a transporte gratuito em ônibus e metrô, entrada em mais de 75 museus e  atrações, além de incluir os passeios turísticos de barco.

O cartão pode ser comprado no Stockholm Tourist Centre com duração de 24, 48 e 72 horas, os valores são 395, 525 e 625 SEK, respectivamente. O Tourist Centre fica na Sweden House, Hamngatan 27.

A contagem de horas tem início a partir do primeiro uso do cartão, assim, é bom verificar o horário de abertura das atrações, de forma a aproveitar o cartão da melhor maneira. No verão, o horário de funcionamento é das 10 as 16 horas e no inverno das 12 as 15 horas.

Assim como a Noruega, tudo é caro na Suécia, então temos que aproveitar da melhor forma nosso rico dinheirinho.

Em Estocolmo, fiquei hospedada no City BackPackers, que NÃO recomendo para ninguém. Os quartos ficam no porão praticamente e não possuem janela. Fiquei em um quarto mega pequeno e sem janela, com 4 pessoas dormindo dentro do cubículo. Totalmente deprimente e claustrofóbico. Dormir em um lugar assim é um grande incentivo a levantar super cedo e sair logo para conhecer a cidade.

Quem quiser mais informações sobre Estocolmo pode visitar os sites abaixo:

http://beta.stockholmtown.com/en/ (Site oficial de turismo)

http://www.svenskaturistforeningen.se/en/

http://www.visit-stockholm.com/