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Museu Joods Historisch, o museu judaico de Amsterdam
O Museu Joods Historisch, ou Museu de História Judaica é formado por um complexo de 4 sinagogas no coração do bairro judeu no centro de Amsterdam. O acervo é bem bonito, o museu coleciona objetos de arte associados com a religião, cultura e história dos judeus na Holanda e suas primeiras colônias, Ao todo são cerca de 16.000 trabalhos de arte, itens cerimoniais e objetos históricos.
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Museu Museu Amstelkring – Our Lord in the Attic – em Amsterdam
Museu Amstelkring, Ons' Lieve Heer Op Solder, ou em inglês “Our Lord in the Attic”, “Nosso Senhor no Ático”, fica em uma casa do século 17 e faz parte dos Canalmuseums, museus existentes em casas construídas à beira dos canais de Amsterdam. Sua história é interessante e cativante e por isso, Amstelkring era um dos museus que eu mais queria conhecer em Amsterdam.
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Museu Willet-Holthuysen em Amsterdam
Willet-Holthuysen faz parte de um dos 8 museus que compõe os Museus dos Canais (Canalmuseums). Esse foi o primeiro museu que visitei em Amsterdam. Em 1895, a senhora Louisa Willet-Holthuysen de 71 anos deixou essa casa de canal do século XVII para a cidade, juntamente com tudo que existia dentro dela com a condição de que virasse um museu. Que bom que ela tomou essa decisão, assim podemos visitar a sua antiga residência e vivenciar um pouquinho de como era a vida de famílias ricas e importantes de Amsterdam no século XVII.
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Canalmuseums – Os museus dos canais de Amsterdam
Canalmuseums são formados por 8 belas casas localizadas nos canais de Amsterdam. São construções que datam desde o século XVII, retratando toda a opulência dessa época na Holanda. Visitar esses museus é voltar no tempo, apreciar como eram o interior das casas e experimentar como era a vida de famílias ricas e importantes de Amsterdam. Eles formam um magnífico conjunto de acervos variados com o belo interior das casas.
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Amsterdam – Entre a Damrak e a Dam Square
Damrak e Dam Square são pontos obrigatórios em Amsterdam. Afinal, é impossível não passar por esses locais. Damrak é uma das avenidas principais de Amsterdam, se não a principal. Ela começa na Estação Central e vai até a Dam Square, sendo a porta de entrada para muitos turistas que chegam por trem, daí ser conhecida também pelo nome de Red Carpet de Amsterdam.
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A charmosa e liberal Amsterdam
Amsterdam oferece atrações para todos, desde os mais de 50 museus com todos os temas possíveis, desde Van Gogh e Rembrandt a museu do sexo e da maconha, passando por outros como museus do teatro ou da tortura, até os famosos coffee shops e Red Light District. Seus canais também são uma ótima opção para poder observar as casas do século XVII com sua arquitetura típica holandesa. a cidade preencheu minhas expectativas. Vale a pena visita-la e percorrer suas ruas estreitas e charmosas.
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As belas cachoeiras de Delfinópolis
Para quem curte natureza, belas paisagens e cachoeiras de águas límpidas para mergulhar, Delfinópolis é uma excelente opção. São mais de 100 cachoeiras, corredeiras, trilhas, além de deliciar a visão com seus vales e chapadões. É um passeio para cansar o corpo e descansar a mente e espírito.
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Ásia, um novo destino
O Sudeste Asiático me conquistou em seus simples e belos detalhes. Na forma como são preparados os pratos com flores feitas de cenouras, tomates, nabos. No gesto delicado de unir as mãos na frente do corpo para saudar. No modo de falar baixo e levemente cantado. Nas jovens, pequenas mas esguias, com seus lindos vestidos típicos. Na calma das pessoas em meio a um trânsito frenético. E na religiosidade expressa de forma tão sincera.
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Jardin Majorelle, um local de inspiração em Marrakech
No último dia em Marrakech aproveitei a manhã livre e ligeiramente fria para conhecer o Jardin Majorelle, um belo lugar de inspiração, onde estão distribuídas plantas exóticas, vários tipos de cactos, bambus, buganvílias e muitas outras plantas vindas dos cinco continentes. Tudo muito bem organizado com detalhes de vasos e canteiros em tom de azul cobalto, junte-se a isso fontes que refrescam o local e todo o conjunto forma quadros perfeitos favorecendo a tomada de belas fotos.
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Um jantar das mil e uma noites no Chez Ali em Marrakech
Chez Ali é um restaurante temático folclórico. Reza a lenda que o restaurante nasceu do fato de seu dono ter o costume de chamar as pessoas para comer na sua casa, dai seu nome Chez Ali (Casa do Ali). Lá vivenciamos um jantar tipicamente marroquino com belas apresentações de música e danças finalizando com o magnífico show equestre Fantasia. O Chez Ali é um lugar feito para turistas, no entanto, é um passeio que vale a pena ser feito, é uma forma de ter contato com a cultura bérbere, se não é a mais completa, pelo menos é bem divertida.
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Marrakech, entre o Bab Agnaou e as Tumbas Saadianas
Após conhecer a medina e a praça Djemaa el Fna durante o dia, fomos até o portão mais famoso de Marrakech, o Bab Agnou, principal porta de acesso para o Kasbah, onde estão a Mesquita do Kasbah e as belas Tumbas Saadinas, um mausoléu ricamente decorado com mármore italiano e teto de cedro, um local que nenhum turista deve perder.
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Pomerode – volta ao passado com a Rota do Enxaimel e a Casa do Imigrante
Pomerode é uma cidade agradável e charmosa, mesmo sendo pequena, há vários atrativos. Mas o que a torna mais famosa é sem dúvida a Rota do Enxaimel, onde encontra-se a maior concentração de casas em estilo enxaimel existente fora da Alemanha. São cerca de 70 casas espalhadas ao longo da rota. Muitas delas foram tombadas pelo patrimônio histórico.
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Pomerode, o Brasil com sotaque alemão
Pomerode, "a cidade mais alemã do Brasil" se localiza na região do Vale Europeu em Santa Catarina. A cidade é pequena, agradável e muito charmosa. Desde sua colonização pelos imigrantes alemães no século XIX, as tradições, culturas e costumes trazidos permaneceram e estão presentes ainda hoje no cotidiano do município. Visitar Pomerode é conhecer um pouco do estilo de vida dos imigrantes, que contribuíram para a riqueza cultural do Brasil.
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Marrakech – O que torna a praça Djemaa el Fna tão especial
É impossível falar em Marrakech sem mencionar a Djemaa el Fna, ela é o símbolo e o coração pulsante da cidade e talvez até mesmo do país. A praça é palco de um cenário deslumbrante e hipnótico formado por performistas, acrobatas, contadores de histórias, tatuadores de henna, encantadores de serpente, músicos, adivinhos, inúmeras barracas vendendo comida, vendedores de incensos e ainda mais. Conhecida como Praça do Mortos, a Djemaa el Fna é cheia de vida.
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Na medina de Marrakech
Winston Churchill dizia que se a pessoa tivesse apenas um dia no Marrocos que passasse esse dia em Marrakech, complementando a frase, se você tiver apenas um dia em Marrakech, passe a maior parte do tempo dentro da medina. É uma mistura de aromas, cores e gente, formando uma sinfonia de uma cultura única que permaneceu quase imutável ao longo dos anos. É um frenesi que pode assustar ao primeiro momento, mas que nos faz querer permanecer lá e apreciar aquele mundo exótico e antigo que se abre para nós assim que atravessamos os portões e muros tão imponentes quanto históricos.


































